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Correio da Manhã

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Olá! Sou Steve, o teu filho perdido

É uma deliciosa história de um reencontro familiar. Depois de prolongada busca, um filho conheceu, finalmente, a mãe – que o tinha dado para adopção – mas em circunstâncias, no mínimo, insólitas. É que eram, sem o saberem, colegas de trabalho no Michigan, EUA.
22 de Dezembro de 2007 às 00:00
Christine Tallady deu à luz Steve Flaig a 5 de Outubro de 1985. Mãe solteira, não estava preparada para assumir a maternidade e tomou a difícil decisão de dar a criança para adopção.
Após formalizar a entrega de Steve, Christine deixou o registo aberto, pensando que o filho poderia, algum dia, pretender entrar em contacto com ela. Nunca o esqueceu, especialmente no seu aniversário. No entanto a vida levou-os por caminhos diferentes. Ela casou e teve mais dois filhos. Quanto a ele, sempre soube que era adoptado.
Os pais adoptivos de Steve, Pat e Louis, apoiaram-no quando este decidiu procurar a mãe biológica. Ao completar 18 anos, solicitou informações adicionais junto da agência que tratou da adopção. Depois de a agência lhe dado o nome da mãe, tentou chegar a ela através da internet, mas sem êxito.
Até que em Outubro – já com 22 anos – percebeu, pela documentação da agência, que digitara ‘Talladay’ e não ‘Tallady’. Num motor de busca, apareceu-lhe uma morada bem perto da loja onde trabalha e da casa onde foi criado pelos pais adoptivos.
Após contar o sucedido à chefe e pôr a hipótese de ser filho de uma colega que conhecia apenas como Chris – e depois de algumas hesitações, por não saber como lidar com a situação – Steve, com a mediação de um funcionário da agência, chegou à mãe, actualmente com 45 anos. “É o melhor presente de Natal que já recebi”, garante Christine.
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