Outras 620 mil pessoas estão em layoff e não sabem se voltam ao trabalho.
A pandemia de Covid-19 destruiu quase 900 mil empregos em Espanha durante as duas últimas semanas de março, revelaram esta quinta-feira os dados oficiais dos ministérios do Trabalho e da Segurança Social. Se a isto somarmos as 620 mil pessoas que estão em situação de layoff, o país vizinho perdeu mais de 1,5 milhões de empregos numa quinzena.
O estado de emergência foi decretado a 14 de março. Desde então e até ao final do mês, 898 822 pessoas deixaram de estar inscritas na Segurança Social.
Trata-se de uma queda brutal, só comparável com o auge da crise económica de 2008, quando desapareceram outros 900 mil empregos. A diferença é que nessa altura foram precisos cinco meses para atingir esta marca e agora bastaram duas semanas. Espanha é dos países mais atingidos pela Covid-19, com um total de 110 238 casos e 10 096 mortes.
Pandemia já destruiu quase 10 milhões de empregos nos EUA
VOLTA AO MUNDO
570 mortos em lares
Pelo menos 570 pessoas morreram em lares de idosos na região francesa do Grande Leste (Alsácia, Champagne, Lorena e Ardenas) desde o início da pandemia. Foram atingidos 411 dos 620 lares de idosos da região.
A Funerária Municipal de Madrid foi obrigada a transferir corpos de vítimas do coronavírus para serem cremados noutras regiões devido à falta de capacidade do crematório municipal, que chega a fazer 165 cremações por dia.
O presidente Donald Trump admitiu que as reservas nacionais de equipamentos de proteção médica, como luvas, batas e máscaras, estão prestes a esgotar-se e aconselhou os estados a comprarem diretamente aos fornecedores.
As autoridades gregas ordenaram uma quarentena total no campo de refugiados de Ritsona, a norte de Atenas, depois de pelo menos 20 pessoas ali acolhidas terem dado positivo no teste de coronavírus. O campo alberga 2500 refugiados.
As autoridades espanholas vão rastrear de forma anónima mais de 40 milhões de telemóveis para perceber melhor os padrões de movimentação das populações e ajudar a planear a estratégia contra o coronavírus.
A cidade de Shenzhen tornou-se ontem a primeira grande metrópole chinesa a proibir permanentemente o comércio e consumo de animais selvagens. A diretiva proíbe também a venda de cães e gatos para consumo humano.
Mesmo em tempos de coronavírus, a ancestral Confraria dos Caridosos de Saint-Éloi, fundada em 1188 no Norte de França, continua a cumprir a missão de dar um funeral digno a todos, independentemente da sua raça, religião ou estatuto social.
O encerramento das fronteiras de vários países da América Central e os receios causados pela pandemia de Covid-19 estancaram o fluxo migratório em direção à fronteira dos Estados Unidos. Abrigos no México estão praticamente vazios.
O último negacionista
Apesar de até Donald Trump já ter dado o braço o torcer e ter reconhecido a ameaça do coronavírus, Jair Bolsonaro teima em não aceitar a realidade e tomar medidas. O ‘El Mundo’ chama-lhe "o último negacionista da pandemia".
Sempre polémico e radical, o presidente filipino Rodrigo Duterte deu instruções às forças de segurança para "disparar a matar" contra todas as pessoas apanhadas em flagrante a furar a quarentena obrigatória.
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