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Correio da Manhã

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Revelada a primeira imagem de sempre do buraco negro

Marco histórico da astrofísica anunciado em seis conferências de imprensa simultâneas.
10 de Abril de 2019 às 14:10
Primeira imagem revelada de um buraco negro
Mareki Honma na conferência de imprensa em Tóquio sobre o buraco negro
Primeira imagem revelada de um buraco negro
Ilustração do que seria um buraco negro
Primeira imagem revelada de um buraco negro
Mareki Honma na conferência de imprensa em Tóquio sobre o buraco negro
Primeira imagem revelada de um buraco negro
Ilustração do que seria um buraco negro
Primeira imagem revelada de um buraco negro
Mareki Honma na conferência de imprensa em Tóquio sobre o buraco negro
Primeira imagem revelada de um buraco negro
Ilustração do que seria um buraco negro
Um dos pilares da ciência foi esta quarta-feira colocado à prova: a teoria da relatividade geral de Albert Einstein. Um grupo de cientistas conseguiu divulgar a primeira imagem de um buraco negro de sempre.

A Teoria da Relatividade é a denominação dada ao conjunto de duas teorias científicas que definem uma relação entre o espaço e o tempo, sendo ambos de caráter relativo e não estático. A principal ideia da Relatividade Restrita é de que a velocidade da luz é uma constante igual para todo o universo.
Este é um marco histórico da astrofísica que anunciado em seis conferências de imprensa simultâneas.



De acordo com a teoria da relatividade, um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movem na velocidade da luz, pode escapar, pois a sua velocidade é inferior à velocidade desses corpos celestes infinitamente densos.

Segundo os cientistas tudo o que entra neste buraco é destruído.

Na sede da Comissão Europeia, e em simultâneo com conferências de imprensa noutros pontos do globo - Estados Unidos, Japão, Chile, Xangai e Taipé -, coube ao comissário europeu Carlos Moedas, titular da pasta da Investigação, Ciência e Inovação, apresentar, juntamente com vários cientistas, o que foi classificado com "uma descoberta científica de primeira grandeza", que constitui "uma prova visual da existência de buracos negros", até agora sempre representados por simulações. 

O projeto visa dois buracos negros supermaciços que residem no centro de diferentes galáxias. Um dos buracos negros - Sagitário A - está situado no centro da nossa própria Via Láctea, possuindo 4 milhões de vezes a massa do nosso Sol e localizada a 26.000 anos-luz da Terra.

O segundo habita o centro da galáxia M87 na direcção da constelação Virgo, com uma massa que terá entre 3,5 e 6 mil milhões de vezes a do Sol e localizado a 54 milhões de anos-luz da Terra. 


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