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Sánchez culpa Israel e Rússia por entrada massiva de migrantes em Ceuta e iliba Marrocos

Primeiro-ministro espanhol refere não existir informação por parte das forças de segurança que responsabilize Marrocos.

31 de agosto de 2026 às 09:37

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, qualificou esta segunda-feira a entrada em massa de pessoas em Ceuta como um ataque a Espanha e à Europa em que estiverem envolvidos Israel e Rússia e descartou responsabilidades por parte de Marrocos.

Segundo Sánchez, continuam a ser investigadas a origem e as causas exatas do que ocorreu em 30 de julho no enclave espanhol de Ceuta, localizado no norte de África, mas não há "nenhuma informação", por parte das forças de segurança nacionais e serviços de inteligência de Espanha ou outros, que responsabilize ou aponte para "a participação de uma forma ou outra" de Marrocos.

"Temos de ser conscientes de que esta crise só se vai poder resolver com a cooperação e não com a falta de confiança em Marrocos, que aquilo que faria seria agravar ainda mais a situação complexa que já temos em Ceuta", disse o líder do Governo de Espanha numa entrevista em Madrid à rádio Cadena Ser em que sublinhou a "cooperação instantânea" de Rabat neste caso.

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