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Trump diz que a Rússia pagará preço alto por apoio a "animal' Assad

Autoridades sírias anunciam acordo para saída de rebeldes de Douma, após ataque químico.
Lusa 8 de Abril de 2018 às 14:13
Donald Trump e Vladimir Putin
Donald Trump, presidente dos EUA
Donald Trump e Vladimir Putin
Donald Trump, presidente dos EUA
Donald Trump e Vladimir Putin
Donald Trump, presidente dos EUA

O presidente americano Donald Trump disse este domingo no Twitter que a Rússia pagará "um preço elevado" por apoiar o regime do presidente Sírio Bashr Al Assar, a quem Trump chama "animal".

Trump referiu-se ao ataque do exército sírio em Douma, onde 70 pessoas terão morrido, vítimas de armas químicas.

"Muitos mortos, incluindo mulheres e crianças, num louco ataque QUÍMICO na Síria. A área  das atrocidades está fechada e cercada pelo exército sírio, tornando-a completamente inacessível para o mundo exterior. O presidente Putin e o Irão são responsáveis por apoiarem o Animal Assad. Um grande preço será pago. Abram a área imediatamente para ajuda e verificação. Mais um desastre humano sem nenhuma justificação razoável. Doentio!, escreve Trump no Twitter.




Numa segunda mensagem, Trump ciritca o seu antecessor, Barak Obama, dizendo que se este tivesse cruzado a "linha vermelha" que ele próprio desenhou na areia, o "desastre sírio" já teria acabado há muito tempo.

Governo sírio anuncia retirada de rebeldes de Douma
As autoridades sírias anunciaram este domingo que chegaram a um acordo com o grupo Exército do Islão para pacificar Douma, o último reduto rebelde em Gouta oriental, região vizinha de Damasco.

A agência oficial Sana afirmou que o acordo implica a retirada completa dos "sequestrados" de Douma, em alusão aos civis, em troca da saída dos "terroristas" do Exército do Islão para Jarabulus, no norte da província de Alepo, na fronteira com a Turquia.

O acordo foi alcançado depois de dois dias de uma ofensiva em Duma por parte das forças leais ao presidente da Síria, Bachar al Assad.

A organização Capacetes Brancos acusou o governo sírio de ter usado armas químicas nos ataque que terão morto mais de 70 pessoas, mas Damasco e também a Rússia, seu aliado, desmentem esta informação.


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