O ciclo político, pelos vistos, acelerou. Efeito do congresso do PS e dos recados de Marcelo feitos manchete de semanário. Reforçou-se no PSD a sensação de urgência, fator que ameaça transformar Rio numa peça dolorosa do passado.
Apesar disso, o exercício político-mediático de Paulo Rangel no fim de semana é arriscado. Ir a um programa de entretenimento ligeiro e falar da homossexualidade afasta o tema do percurso do eurodeputado.
Porém, se nos tempos modernos a vida privada não condiciona a carreira de qualquer estadista, seria grave erro considerar-se que é fator de uma qualquer valorização o mero ato de falar do tema em público. Isso não faz de Rangel o mais bem posicionado para enfrentar Rio, que não é. Longe disso.
Porque, na verdade, o tema é irrelevante para os portugueses. Prova? O facto de o programa ter tido péssima audiência.
A pior do ano.
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Por Carlos Rodrigues
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