O João (nome fictício) é um viciado. Um toxicodependente, um drogado, um agarrado. Para os drogados mesmo duros, as outras pessoas são fantasmas. Funções. Quase não temos existência própria. Estamos cá apenas para os ajudar a atingir o seu objetivo: comprar droga. O viciado canaliza toda a sua inteligência para aí. E, se fareja alguém que lhe pode dar dinheiro, é capaz de ser muito inventivo. Inventa uma treta qualquer. Só tem até amanhã para pagar a renda, é o seu aniversário, jura que é a última vez que chuta.
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Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
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