Com a demissão do governo Costa, o país entrou na fase mais entediante para o espectador, mas mais desafiante para os jornais desportivos: o defeso. O período em que praticamente não há jogos e as manchetes são feitas com as potenciais aquisições, as movimentações no mercado, as vendas que ‘os clubes’ vão, se calhar, ter de fazer, o dinheiro que vai entrar nos cofres. Não havendo jogos, os operadores vão colocando as peças no tabuleiro, um pouco como aquela pessoa que, como quem não quer a coisa, vai passando à frente dos outros na fila, avançando sempre um bocadinho.
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Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
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