Q uis um capricho do destino – essa coisa tão portuguesa - que Eduardo Lourenço tivesse morrido no dia da Restauração da Independência de Portugal, pedaço neste extremo europeu que ele tão perspicazmente refletiu. Por muitas que sejam as divergências que tenhamos sobre a leitura que o filósofo, ensaísta, professor e tudo o mais, fez da alma lusitana, essencialmente a partir de abril de 1974, será justo admitir que Portugal está mais pobre. Porque Eduardo Lourenço, como um dia escreveu o Nobel da literatura José Saramago, “abriu-nos os olhos, mas a luz era demasiado forte. Por isso, tornámos a fechá-los”.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Engenheiro, filho de jornalista, como gosta de referir, Moedas tropeçou no léxico.
Reunião trouxe pouco mais que zero às expectativas dos ucranianos.
Não é admissível que novas rondas excluam governantes ucranianos.
Nayib Bukele, o ditador ‘cool’ de El Salvador é hoje o idiota útil da ignominia de Donald Trump.
Reconhecer que algo falhou e não se demitir é não aceitar as consequências de suas ações.
A incursão patética de Puigdemont não achincalhou apenas Madrid, colocando em causa a autoridade do Estado.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos