A tragédia que se abateu sobre o Centro do país acabou transformada num espetáculo para todos os gostos, com direito a protagonistas, encenações e até bastidores. Em vez de contenção e responsabilidade, assistimos a uma sucessão de números públicos que pouco ou nada dizem a quem foi afetado. Leitão Amaro começou por surgir num vídeo, um exercício de quase autopromoção. Nuno Melo montou uma verdadeira peça de teatro no terreno, com drama à mistura. Já Maria Lúcia Amaral surgiu perdida, como se tivesse entrado na sala errada e de repente percebe-se que o filme não é aquele.
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