A forma como alguns processos se arrastam na Justiça continua a ser incompreensível. Três anos depois da derrocada em Esposende, não existem respostas. Há apenas um silêncio que se torna cada vez mais pesado à medida que o tempo passa. É evidente que um caso desta natureza exige relatórios de engenharia, perícias técnicas e avaliações complexas. Mas três anos é demasiado tempo para não haver qualquer conclusão. Numa investigação já marcada pela demora, tudo indica que, independentemente do desfecho, o processo ainda se arrastará por muito mais tempo nos tribunais.
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