As medidas anunciadas pelo Governo para a Justiça debruçam-se apenas sobre a superfície do problema. A aplicação de multas a quem recorra a manobras dilatórias para atrasar processos pode ser útil em casos pontuais, mas não resolve os problemas crónicos que se vivem nos tribunais. O Ministério Público passa a ter o dever de promover o andamento célere do processo. Mas aqui coloca-se uma questão fundamental: será o próprio Ministério Público responsabilizado quando a demora de um processo lhe for imputável? Não nos enganemos. É verdade que há quem tente ganhar processos na secretaria, mas os maiores atrasos da Justiça começam muito antes, na fase da investigação.
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