Como outros europeus, os jovens portugueses não querem ‘ir à tropa’ nem admitem correr riscos numa frente de guerra. Também não são - como os mais velhos, que lhes dão péssimos exemplos - grandes adeptos da existência de regras, do equilíbrio entre direitos e deveres, do esforço para uma realização profissional plena ou da disciplina individual. Mas com o Mundo em polvorosa os tempos que se anunciam podem implicar o seu envolvimento na defesa do nosso modo de vida. E a sensação que temos é de impreparação total.
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