Como outros europeus, os jovens portugueses não querem ‘ir à tropa’ nem admitem correr riscos numa frente de guerra. Também não são - como os mais velhos, que lhes dão péssimos exemplos - grandes adeptos da existência de regras, do equilíbrio entre direitos e deveres, do esforço para uma realização profissional plena ou da disciplina individual. Mas com o Mundo em polvorosa os tempos que se anunciam podem implicar o seu envolvimento na defesa do nosso modo de vida. E a sensação que temos é de impreparação total.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
No Irão, o aparelho repressivo continuará e ainda mais feroz.
Vini pode festejar como quiser, não pode é ser chamado de ‘macaco’.
Onde existir uma aldeia sem estrada, haverá uma câmara de TV.
Falta vontade para acabar com as 'quintas'.
O poder discricionário é um primeiro passo para a desordem civil
Foi em solidão que António José Seguro moldou o destino.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos