Os comentadores avisavam, as exibições não convenciam, o povo da Luz desconfiava. Só Rui Costa, que não nasceu para gestor, não percebia que Bruno Lage não era o treinador à altura da grandeza e das aspirações do Benfica. Agora, forçado por dois desempenhos calamitosos e pela ida a votos de 25 de outubro, lá se decidiu por José Mourinho, que terá o imediato efeito de galvanizar os adeptos e de gerar no balneário o impacto de que os jogadores precisam para esquecer o pesadelo dos últimos dias. O problema, claro, serão sempre os resultados, e se o Benfica perder os três jogos anteriores às eleições – quando visitar Chelsea, FC Porto e Newcastle – Rui Costa pode não ser reeleito. Mas antes disso haverá adversários relativamente acessíveis, que poderão dar o balanço certo para evitar um desastre posterior.
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