No percurso por várias redações, algo atravessou as décadas do meu tempo: o quase total desconhecimento por parte dos jornalistas da origem do dinheiro que recebiam no final do mês. Viesse das nuvens ou de uma mina no Longínquistão – era-lhes indiferente. E fiquei careca só de ouvir dizer “eu quero cá é o ‘meu’, o resto que se lixe”. Poucos percebiam que uma empresa que perde receitas um dia não vai pagar salários.
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