Dizem os Xutos que de Bragança a Lisboa são nove horas de distância, mas no rally tascas de Alvalade, da Noruega a Lisboa são 5 golos de diferença. E não foi preciso ir de avião nem dar cabo da tolerância ou da paciência dos adeptos, é que desde bem cedo a equipa mostrou ao que ia, e a convicção era mesmo ir às fases finais da liga dos campeões mais amiúde. Na taberna da Champions Rui Borges tem aviado todos os serviços, já na tasquinha lusa a conversa é outra e há um tri-campeonato como objetivo cada vez mais difícil. Mas uma coisa é certa, para quem falou tantas vezes na sua falta de liderança (comparado com Amorim) ou da sua competência (equiparado com os habituais treinadores dos grandes) deve ter ficado surpreendido. Mas é bom que se diga, este plantel tem talento para dar e vender e a montra da liga milionária vai facilitar esse processo. Escrevi na última semana que o primeiro passo para dar a volta a um resultado tão desfavorável era o treinador assumir a responsabilidade e arregaçar as mangas, e assim o fez. Por vezes, algum excesso de humildade prejudica o treinador do Sporting mas uma coisa não lhe tem faltado, ambição. Isso e nunca apresentar desculpas atrás de desculpas por lesões, castigos ou indisposições. Vai a jogo com tudo o que tem e sabe. Mas este enredo parecia já ter o guião escrito… defrontar o jogador que na última época alcançou o estatuto de avançado com maior impacto da história do clube na próxima eliminatória, um tal de Viktor Gyokeres, é caso para parafrasear Fernando Pessa “e esta, hein?”
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Na taberna da Champions Rui Borges tem aviado todos os serviços.
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