É assim que podemos traduzir a passagem de Mourinho pelo emblema encarnado, em momento algum, a equipa viu a luz e almejou brilhantismo. Aliás, o único troféu conquistado esta temporada foi alcançado por Bruno Lage. O que mais preocupa os adeptos é perceber que foi feito o maior investimento da história em jogadores e treinador. Porém, o sabor não chega a ser agridoce… aguardemos para perceber se não azeda mesmo até final da época. É que pela primeira vez começa-se a colocar a hipótese de Mourinho e Rui Costa seguirem caminhos diferentes. A verdade é que um treinador é contratado para encontrar soluções e não apenas para elencar problemas. E após ter solucionado um problema, enquanto trunfo eleitoral, tornou-se num berbicacho na vertente desportiva. A equipa não evoluiu como esperado e foram sempre mais as dúvidas do que as certezas quanto à forma e ao seu conteúdo. A culpa, obviamente, não é de um homem só e remete para um problema de gestão mais aprofundado. Contudo, é o nome de Mourinho que tem sido mais falado, a sua habitual forte liderança e a forma como sempre encontrou um ou dois bodes expiatórios funcionava para unir as tropas em torno de um objetivo comum. Mas nesta temporada os seus jogadores têm sido carne para canhão. Uma mão cheia de declarações polémicas pouco habituais dos seus reconhecidos “mind games” e mais próprios de uma espécie de “no sense games”.
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O treinador após ter solucionado um problema, enquanto trunfo eleitoral, tornou-se num berbicacho na vertente desportiva.
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