Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO primeiro-ministro anunciou que o défice em 2017 vai ser inferior a 1,3%. É um bom resultado que confirma a trajetória positiva das contas públicas em tempo de crescimento económico, para o qual contribuiu decisivamente a redução do custo dos juros da dívida pública. A poupança no custo do endividamento para o qual contribuiu a política monetária do BCE e o facto de a nota do rating ter saído do lixo é a explicação para o registo melhor do que o esperado.
Mas os principais heróis deste sucesso somos nós, os contribuintes. Para muita gente houve alívio no IRS com o fim da sobretaxa, mas este aparente bónus foi compensado por um fenomenal aumento da tributação indireta, como a que incide no preço dos combustíveis, em que os custos dos produtos são uma pequena parte da fatura que pagamos.
No gasóleo, em cada dois depósitos, um é para os impostos, mas num carro a gasolina, a proporção da carga fiscal ainda é maior.
Os principais responsáveis por este resultado somos nós, os contribuintes, que pagamos.
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