O congresso era de consagração da votação norte-coreana obtida por José Luís Carneiro na eleição para líder do PS. E foi. Os críticos não tiveram expressão. Não há nenhuma alternativa interna. Há apenas a habitual maledicência em relação a qualquer líder que saia da esfera de influência de alguns grupos lisboetas. Carneiro sai reforçado, mas a pressão para o verdadeiro desafio que enfrenta mantém-se. Tem de ser capaz de estabelecer mais uma linha de comunicação política com o País do que com os que lhe criticam os ‘ses’ e os ‘nim’. E isso passa pela modernização do PS e das suas propostas. Passa mais por gente nova do que pelos habituais apparatchik. Passa mais pela economia real e menos pela propriedade de instituições como o TC. É preciso mudar a página das trincheiras improdutivas e do discurso centrado numa vazia superioridade moral.
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