A vitória de Trump para um segundo mandato criou uma grande excitação na extrema-direita europeia. Depois dos triunfos de Orbán ao longo de 16 anos, também de Meloni, o crescimento dos irmãos radicais na Alemanha, Países Baixos, França, Espanha e Portugal, a vitória de Trump em 2024 deu corpo a uma onda de euforia na extrema-direita. Agora, com os erros primários na guerra contra o Irão, que empurraram o Mundo para a ameaça de uma recessão global, com as críticas irracionais ao Papa, Trump tornou-se um ativo tóxico. Acresce ainda a imagem de um político corrupto, ávido por ver o dinheiro a entrar na sua esfera familiar. A onda triunfalista está, por isso, a transformar-se numa penosa deserção de todos os que não querem ficar numa espécie de clube dos implicados neste desvario. E, com isso, perder eleições. Como Orbán.
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