O presidente dos EUA é um homem com sorte. Das três alegadas tentativas para o liquidar, escapou sempre praticamente ileso. Mesmo quando uma bala lhe arranhou uma orelha. E tem sorte porque as putativas ameaças acontecem sempre em momentos de aperto político para Donald Trump. Seja em campanha eleitoral, ou no meio da embrulhada para o qual atirou o mundo, com uma guerra desnecessária no Médio Oriente que não é capaz de resolver. Mas o alegado ataque de ontem no Hilton de Washington teve outra variante: Na conferência de imprensa prontamente realizada após o incidente, Trump afirmou que as falhas de segurança no Hilton (como se não fosse responsável por elas...) não teriam acontecido no sumptuoso – e polémico - salão de baile que está a construir na Casa Branca. O oportunismo trumpista é despudorado.
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Trump aproveita alegado atentado para elogiar o polémico salão de baile que está a construir na Casa Branca.
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É verdade que o Presidente dos EUA diz muitas coisas, mas que ninguém tenha dúvidas: o diabo está à solta.
É preciso mudar a página das trincheiras improdutivas e do discurso centrado numa vazia superioridade moral.
Isto não é um conto surrealista, é o que está a acontecer perto de Leiria.
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