Num futebol que todos pretendemos emotivo e carregado de rivalidade, há espaço para o antagonismo mas não para a violência. Ouvir os cânticos de uma claque a que logo responde a outra, por vezes com linguagem claramente à margem das regras da boa educação é algo que num campo de futebol choca pouca gente. O pior é que algumas evoluíram de grupos de apoio organizados para autênticos gangues de malfeitores, como mostram as relativamente recentes ações de elementos dos Super Dragões, No Name Boys ou Juventude Leonina. Não se iluda, apesar de dizerem amar clubes diferentes, são quase todos iguais. Professam de uma fé que os faz perder a razão e usar a violência como arma de arremesso, como se fossem esbirros de Trump, mas ainda com menos cérebro.
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