Sim, além de quem já estava ao nosso lado, há agora mais alguém ao nosso lado. A nossa vida é hoje um “ménage à trois” permanente. Está sempre mais alguém junto a nós, nos mais ligeiros, pesados ou íntimos momentos do nosso quotidiano. Com duas letrinhas apenas, menos uma do que a palavra mãe, se escreve a palavra desse ser ubíquo: IA, mais exactamente. Para o optimista que sou, a IA, a inteligência artificial, é companhia desejada e na qual deposito as melhores esperanças. É uma vaga silhueta, mão quase invisível, mas fala, canta, escreve e desenha. E filma até. Nada do que é humano – na saúde, na educação, nas finanças, no ambiente, na energia, na gestão, na guerra até – lhe é estranho. Como no que é humano, do mais feliz dos sonhos à mais macabra tragédia, tudo na IA é possível. Temos companhia.
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