Depois da Rainha, morreu o príncipe maldito dos cineastas: Godard. Para Godard não haverá fanfarras unânimes a incensá-lo. Raiava o sublime, mas era intratável e cabotino: a sua arte também. Nele moravam, em coabitação frenética, o anjo anarca e o biltre sub-reptício, que Truffaut abominou. Devo-lhe momentos sublimes.
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