Olhem para ele. Chama-se Heman Bekele. Nasceu na Etiópia e imigrou aos 4 anos para a América. Hoje, tem 15 anos e anda no liceu. Estão a vê-lo dobrado, em posição fetal, sobre o telemóvel a deambular pelas redes sociais? Claro que não. Mas podiam vê-lo na cozinha de casa a fazer sabão. A revista Time nomeou-o o melhor cientista jovem do ano. É que Bekele, ao combinar vários componentes, nano lípidos e um agente chamado Imidazoquinolina, criou uma barra de sabão que pode curar alguns cancros de pele. A motivação veio-lhe de África: afligia-o saber os trabalhadores etíopes tão expostos ao sol. Também nos EUA há 100 mil pessoas por ano que desenvolvem cancro de pele: 8 mil morrem. A Universidade de Virginia acompanhou-o, designando-lhe uma mentora. Moral da história: a imigração pode valer bem a pena.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos