Celebremos os verdadeiros heróis. Celebremos os voluntários dos Médicos Sem Fronteiras, os enfermeiros, os condutores de ambulâncias e de camiões, que levam água, alguma comida, medicamentos às vítimas colaterais da guerra, em Gaza. Quem põe algum pão nas bocas de fome, água nas bocas de sede merece admiração. Esses são os heróis, os que estão do lado de quem sofre, arriscando um tiro fatal, uma bomba que os faria em pedaços.
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O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
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