Carlos Anjos
Presidente da Comissão de Proteção de Vítimas de CrimesMiguel Arruda é mais do que um problema para André Ventura. Vai ser uma dor de cabeça permanente. Primeiro foi o furto das malas e as justificações estapafúrdias. Depois, foi a sua recusa em se demitir. Mas, agora, decidiu atacar os antigos colegas de bancada. Os primeiros alvos foram Pedro Frazão, a quem acusou de ser do Opus Dei, falando de silícios, óvnis, pedofilia e homossexualidade. Depois, o escolhido foi António Pinto Pereira, a quem acusou de enquanto advogado não respeitar a presunção de inocência. Acusou-o ainda de ser da maçonaria, falando-lhe da gaveta onde ele guarda o avental, o esquadro e o compasso, e que foram aqueles instrumentos que o levaram ao Chega e ao Parlamento, dizendo que “a sociedade deveria ser assente no mérito e não em cunhas e compadrios, típicos das organizações secretas e que nunca aliciei jovens para pertencerem ao Grande Arquiteto”. Está aberta a caixa de Pandora do Chega. Afinal, naquele partido há de tudo, como nos outros. Ladrões, pedófilos, alcoólicos, acusados de crimes económicos, membros do Opus Dei, da maçonaria, e até acusações de homossexualidade. Afinal, o Chega é pior que os outros, uma vez que ficou com o refugo, com a malta que os outros partidos não quiseram. Arruda é um exemplo disso mesmo.
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