Ruído
A morte de um camarada em serviço ilustra bem a urgência.
César Nogueira
Presidente da Associação dos Profissionais da GNR (APG/GNR)A morte de um camarada em serviço ilustra bem a urgência.
Somos sempre “diferentes” no acesso a direitos.
A segurança pública, pilar do Estado e da Democracia, não pode ficar refém de poupanças cegas.
Garantir melhores resultados operacionais tem que forçosamente passar por carreiras mais atrativas.
À promoção tem de corresponder um aumento da Remuneração.
Não é honesto e jamais o aceitaremos.
As carreiras estão estagnadas e a profissão é pouco atrativa.
Longe da visibilidade mediática, arriscam a vida para salvar outras vidas.
Foi a disponibilidade para o diálogo que colocou um ponto de ordem.
Esperemos que não se relegue para a “prateleira” o trabalho já desenvolvido e em fase de negociação.
O caminho foi longo e o contributo da APG para a modernização da GNR é inestimável.
Os poderesem que assenta o Estado devem ser independentes.
Os processos em tribunal nunca poderão substituir as lutas.
A quem mete medo o sindicalismo na GNR?
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