Vale a pena perguntar ao Primeiro-Ministro por que razão quis fazer um debate parlamentar urgente sobre os incêndios enquanto o país ainda estava arder. A única resposta honesta possível de Luís Montenegro é que quis contrariar o que todo o país tinha percebido: o governo desleixou a preparação da época dos fogos, não ligou à prevenção e durante a tragédia deixou as pessoas, os bombeiros e os autarcas entregues a si próprios. O resultado foi um desastre enorme: vidas perdidas, pessoas abandonadas, uma área ardida como não se via desde 2017 e prejuízos materiais incomportáveis.
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