Estamos confrontados com um enorme paradoxo. Nunca tivemos tantos jovens médicos e nunca foi tão difícil fixá-los. Quando o Ministério da Saúde não divulga atempadamente quais as vagas disponíveis para os médicos que terminaram o internamento, empurra milhares para outras opções.
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É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
Um novo hospital é uma decisão estratégica e um imperativo ético e social.
A prescrição é um ato médico, fundado na competência técnica e na responsabilidade individual de cada médico.
A Saúde tem oscilado ao sabor dos ciclos eleitorais.
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