Uma das ideias mais difíceis de combater é a de que os sindicatos constituem uma espécie de oposição à direção das instituições onde se inserem. Tal pensamento assenta num raciocínio maniqueísta, do género de bons contra maus, ou do nós contra eles, caracterizador de uma forma simplista de ver o mundo. Se é verdade que os sindicatos representam os interesses dos trabalhadores, também o é que estes nem sempre são opostos aos das direções. Pelo que deve o bom elenco diretivo aconselhar-se antes da tomada de decisões, principalmente aquelas que mais afetam os seus funcionários, de forma a mitigar conflitos e, eventualmente, construir soluções garantidoras de resultados com o mínimo de impactos negativos. Estatutariamente, a ASFIC/PJ tem por dever a defesa dos funcionários de investigação criminal, mas também da PJ, e é um parceiro confiável, seja para aconselhamento, seja para apresentar propostas para melhoria do funcionamento e do prestígio desta nossa casa. Dito de outra forma, também queremos cumprir objetivos, em benefício coletivo, e não fazer oposição, como convenientemente são rotuladas algumas das nossas posições.
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Exige-se uma nova dinâmica que não é compatível com a incompreensível inércia.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Sistema penal que não reage aos seus próprios atropelos perde aquilo que mais pretende salvaguardar: a confiança pública na Justiça.
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