Paulo Santos
Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da PolíciaFacilmente constatamos, no terreno, que a missão da PSP assenta em pressupostos reativos. Numa pós-consumação do crime e não na sua prevenção. É descurando o policiamento preventivo, quase sempre em "modelo privado" - polícias em remunerado. Isto, associado, por exemplo: - à complexidade do serviço, aumento de valências e à escassez de efetivo, temos a Instituição que temos - fragilizada e a funcionar antagonicamente à sua génese.
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Luís Neves representará o Governo que o nomeou e não os profissionais, pois estes não elegem ministros.
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Reforma dos profissionais da GNR está a ser tratada como se fosse uma mera despesa e não como um direito.
É inaceitável a estagnação destes profissionais após anos de sujeição a "falsos recibos verdes".
Adiar o que é urgente apenas agrava o descontentamento e afeta a motivação de quem serve diariamente o país.
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