Sem mais demoras
Os polícias não podem continuar a sacrificar a saúde e o descanso.
Paulo Santos
Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da PolíciaOs polícias não podem continuar a sacrificar a saúde e o descanso.
Estamos preparados para dissipar esta "névoa de esquecimento".
Os polícias desesperam e a paciência esgota-se.
A armadilha é esta: a dedicação é lida como resignação.
A falência da PSP é evidente, apesar de os discursos oficiais a negarem por conveniência política.
Sem alterações urgentes, faltarão candidatos e, pior ainda, crescerá o número daqueles aspiram melhores horizontes fora.
É urgente garantir o pagamento integral das horas escaladas.
O que alcançámos no Porto deve servir de bússola para o que aí vem.
Somos sempre “diferentes” no acesso a direitos.
Assistimos a uma manobra de dispersão. Se o processo não for ajustado, o protesto será o único caminho.
Este Regime desatualizado tornou-se injusto e absurdo: transforma promoções em perdas salariais.
Há polícias com mais de 500 horas a crédito sem que exista efetivo suficiente para permitir o seu gozo.
Faltam remunerações dignas e condições de serviço adequadas.
Processo peca por tardio e corre o risco de descarrilar.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.