SOS Soluções Efetivas
A nossa missão é garantir a segurança com rigor, mas isso exige respeito mútuo.
Paulo Jorge Santos
Presidente da Direção da ASPP/PSPA nossa missão é garantir a segurança com rigor, mas isso exige respeito mútuo.
Nos últimos anos, a PSP não teve investimentos à altura.
Continuam a espezinhar a nossa dignidade e a sonegar direitos.
Trabalhamos 40 horas semanais, cinco acima da função pública.
Isolar o processo condiciona a valorização salarial.
Os polícias não podem continuar a sacrificar a saúde e o descanso.
Estamos preparados para dissipar esta "névoa de esquecimento".
Os polícias desesperam e a paciência esgota-se.
A armadilha é esta: a dedicação é lida como resignação.
A falência da PSP é evidente, apesar de os discursos oficiais a negarem por conveniência política.
Sem alterações urgentes, faltarão candidatos e, pior ainda, crescerá o número daqueles aspiram melhores horizontes fora.
É urgente garantir o pagamento integral das horas escaladas.
O que alcançámos no Porto deve servir de bússola para o que aí vem.
Somos sempre “diferentes” no acesso a direitos.
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