Continuemos firmes
O que alcançámos no Porto deve servir de bússola para o que aí vem.
Paulo Santos
Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da PolíciaO que alcançámos no Porto deve servir de bússola para o que aí vem.
Somos sempre “diferentes” no acesso a direitos.
Assistimos a uma manobra de dispersão. Se o processo não for ajustado, o protesto será o único caminho.
Este Regime desatualizado tornou-se injusto e absurdo: transforma promoções em perdas salariais.
Há polícias com mais de 500 horas a crédito sem que exista efetivo suficiente para permitir o seu gozo.
Faltam remunerações dignas e condições de serviço adequadas.
Processo peca por tardio e corre o risco de descarrilar.
Os profissionais da GNR têm sofrido uma forte perda de poder de compra.
Quando for para uma reestruturação da PSP séria, estruturada e efetiva, contem também connosco.
Regime remuneratório não é revisto há 17 anos.
Ao celebrarmos os 37 anos dos "Secos e Molhados", reafirmámos a importância do 21 de abril de 1989 como o nosso próprio "Abril".
Temos a mesma determinação de sempre para construir um futuro melhor.
O alheamento de hoje será a fatura pesada de amanhã.
A segurança pública, pilar do Estado e da Democracia, não pode ficar refém de poupanças cegas.
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