Mais do mesmo
Continuam a espezinhar a nossa dignidade e a sonegar direitos.
Continuam a espezinhar a nossa dignidade e a sonegar direitos.
Isolar o processo condiciona a valorização salarial.
Os polícias não podem continuar a sacrificar a saúde e o descanso.
Os polícias desesperam e a paciência esgota-se.
A falência da PSP é evidente, apesar de os discursos oficiais a negarem por conveniência política.
É urgente garantir o pagamento integral das horas escaladas.
O que alcançámos no Porto deve servir de bússola para o que aí vem.
Assistimos a uma manobra de dispersão. Se o processo não for ajustado, o protesto será o único caminho.
Há polícias com mais de 500 horas a crédito sem que exista efetivo suficiente para permitir o seu gozo.
Processo peca por tardio e corre o risco de descarrilar.
Quando for para uma reestruturação da PSP séria, estruturada e efetiva, contem também connosco.
Ao celebrarmos os 37 anos dos "Secos e Molhados", reafirmámos a importância do 21 de abril de 1989 como o nosso próprio "Abril".
O alheamento de hoje será a fatura pesada de amanhã.
Postura de "pau para toda a obra" pode resolver carências imediatas, mas sacrifica a especialização necessária.
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