Paulo Santos
Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da PolíciaMeses após o acordo difícil de julho de 2024, entre o Governo, a ASPP/PSP e outros, devido à intransigência do Executivo, mas que corrigiu o valor de um suplemento, deixando expectativas para a retoma das negociações dele resultante, fomos “brindados” com ações deploráveis e ingénuas. A ação sindical deve ser guiada pelo pragmatismo e realismo, focada nos interesses dos polícias com responsabilidade e seriedade. Apesar das críticas sobre o valor garantido (“migalhas”, para uns, valor relevante para outros), o resultado foi visto como oportunidade para iniciar a resolução de problemas estruturais complexos.
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Luís Neves representará o Governo que o nomeou e não os profissionais, pois estes não elegem ministros.
Balanço do mandato da ex-ministra é muito negativo.
O Governo recusa cumprir o acordo de 2024 e mantém este rumo.
Reforma dos profissionais da GNR está a ser tratada como se fosse uma mera despesa e não como um direito.
É inaceitável a estagnação destes profissionais após anos de sujeição a "falsos recibos verdes".
Adiar o que é urgente apenas agrava o descontentamento e afeta a motivação de quem serve diariamente o país.
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