As chancelarias europeias estão alarmadas com a possibilidade de a extrema-direita francesa estar às portas do poder. Há muito mérito de Marine Le Pen e do seu delfim Jordan Bardella na ascensão, mas também há culpas de um regime que deixou degradar as instituições e as condições de vida dos franceses. Apesar de ainda serem na Europa das famílias que vivem melhor, com salários que em média são o dobro dos praticados em Portugal, os gauleses sentem o impacto da inflação, a perda do poder de compra e problemas de integração de minorias étnicas e migrantes. Macron ainda deu outra contribuição extraordinária quando ameaçou que poderia haver soldados franceses a lutar contra a Rússia na Ucrânia. As legislativas são apenas um ensaio, o grande teste europeu será nas presidenciais francesas. Se a senhora Le Pen conquistar o Palácio do Eliseu, os dirigentes europeus podem encomendar um requiem por esta União Europeia.
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