Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoCom Trump, os EUA tornaram-se um império sem pudor e a Europa vê o seu fiável parceiro passar de protetor para eventual predador com a recente ameaça a um parceiro da NATO, ao cobiçar a Gronelândia, que ainda é um território sob soberania da Dinamarca. A ameaça é mesmo para levar a sério, e pelo potencial de riquezas que a grande ilha do Norte tem há elevada probabilidade de ficar, mais tarde ou mais cedo, em mãos americanas. Como fizeram com o Alasca ou o Luisiana, os EUA podem comprar o território, ou se for necessário compram a independência e usam o modelo do Texas, que se tornou República depois de retirado ao México e mais tarde foi integrado nos EUA. O mundo que conhecíamos está a acabar e a Europa ocidental arrisca ficar mais periférica num sistema de dominação global que tenderá a ser polarizado por americanos e chineses.
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