Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA autoridade monetária desvalorizou o yuan 1,86% terça-feira, 1,6% quarta e fez um corte adicional de 1,1% na quinta. Foi a primeira descida da cotação da moeda chinesa em vinte anos, o que mostra o caráter excecional desta medida. Há várias sombras que ameaçam a solidez da segunda maior economia do Mundo, depois de anos de rápido crescimento. A queda bolsista registada este ano espelha também estes sinais de arrefecimento, que constituem um perigo global, porque se a China se constipa a economia mundial pode apanhar pneumonia.
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A desvalorização da moeda chinesa pode ajudar a economia do gigante asiático, mas prejudica o resto do Mundo. As exportações dos produtos ‘made in China’ ficam ainda mais baratas e as importações de produtos estrangeiros ficam mais caras, o que aumenta o desequilíbrio do comércio global.
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Curiosamente, enquanto sopram sinais de arrefecimento na China, as empresas deste império oriental reforçam o peso em Portugal. O Novo Banco é a próxima lança.
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