O aparente desinteresse do Presidente Donald Trump pelo futuro da NATO, caso os países europeus não aumentem as suas contribuições para a organização, obriga a rever outras formas de defesa coletiva que permitam recuperar a participação dos EUA. Esse objetivo tem tido como paladino o Presidente de França, Emmanuel Macron, e a ele certamente se vai juntar o próximo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz. Como é sabido, há vários anos que a NATO insta os seus membros a aumentarem a contribuição anual para a organização havendo mesmo fixado um patamar de 2% do PIB. Este contributo já é cumprido por 24 dos 32 membros da NATO, mas, face aos temores que o expansionismo de Moscovo tem vindo a criar, fala-se já de um novo patamar de 5% que já poderia atrair Washington. Todavia, a proposta levanta dois problemas: primeiro, os investimentos nacionais em novos sistemas de armas e indústrias de defesa exigiriam uma coordenação central que, evitando duplicações, permitisse valorizar sinergias; segundo, a ginástica contabilística a usar afetaria sempre, em maior ou menor grau, os gastos sociais dos Estados. Estaremos dispostos a isso?
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