F. Falcão-Machado
EmbaixadorÀs vezes, os livros de memórias reduzem-se a um ajuste de contas do respetivo autor com o passado ou a uma justificação de erros e enganos pretéritos. Não é esse o caso do recente ‘Manual de Anti-Protocolo’, da autoria do embaixador Henrique Silveira Borges, um diplomata de carreira com boa folha de serviços. Escrita numa prosa cuidada, mas viva, a obra em apreço procede a um relato divertido daquilo que é a vida de um representante de Portugal no estrangeiro e das suas relações com as hierarquias e com os decisores políticos de turno. Este ‘Manual’ recebeu um prefácio adequado de Jaime Nogueira Pinto.
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