Quando Ronaldo se estreou em Europeus pela Seleção, em junho de 2004, Francisco Conceição tinha ano e meio de vida. Vinte anos depois, celebram juntos uma vitória de Portugal. O abraço entre ambos dá corpo à velha máxima de que uma imagem vale mais do que mil palavras. Está tudo ali. A experiência de um e a irreverência de outro. A paixão dos dois. Um Francisco que será, certamente, parte do futuro. E um Cristiano em paz com o passado. Feliz. De cabeça limpa. Que festeja não os seus próprios golos e recordes, mas os da equipa. Simboliza a alegria e o compromisso de uma seleção que, apesar dos equívocos do treinador, nunca perdeu a lucidez. Já dizia Mourinho que, se Portugal tivesse duas seleções, a segunda também seria candidata. Portugal tem tudo para confirmar o favoritismo. Assim Martínez entenda que, com tão variadas soluções, não precisa de inventar. Talvez assim tenhamos uma tarde de sábado mais tranquila – e com mais abraços sentidos.
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