A derrota do Sporting frente ao Bodo/Glimt deixou expostas fragilidades que, antevia-se, iriam surgir em algum momento desta época. O problema maior nem foi, por paradoxo que possa parecer, a prestação da equipa. Foi a dinâmica, neste caso a falta dela, diante de uma equipa que está longe de ser um colosso do futebol europeu. Mas que faz precisamente da dinâmica a estrela maior da equipa. A imagem que o Sporting deixou na Noruega foi o reflexo de um plantel com fissuras estruturais importantes, e que têm a ver, desde logo, com a elaboração do ‘casting’. Janeiro, em Alvalade, para nada serviu. Partir para a segunda metade da época com problemas sérios por resolver terá sido uma imprudência. Com a eliminatória europeia no intervalo, aguarda-se com expectativa para ver que impacto poderá ter, no que falta da época, o resultado final do duplo confronto da Champions. Porque o que vale este Sporting, sinceramente, continua a ser um enigma por decifrar.
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Este Sporting, sinceramente, continua a ser um enigma por decifrar
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