“Neste momento tinha vontade de não fazer jogar mais alguns jogadores, mas há valores mais altos que se levantam, são ativos”. A frase de José Mourinho marca a semana. E foi combustível a fogueira que, por estes dias, acalora o universo benfiquista. O que, convenhamos, se entende. Mas o que Mourinho disse, todos sabemos, é uma realidade comum a muitos clubes. Mais que isso, um norma a que a esmagadora maioria dos treinadores tem de se submeter. O que sai da caixa é o facto de Mourinho ter dito publicamente, de forma tão desabrida. Raramente se vê/ouve um reconhecimento tão explícito da sobreposição dos interesses mercantis aos desportivos, num clube que joga para ganhar títulos. Talvez mais greve do que isso, há ainda o efeito devastador que uma fase destas tem no balneário, fazendo crer a quem fica sentado a ver jogar os ‘ativos’ que está condenado a ser ‘passivo’ do clube, por mais qualidade futebolística que tenha. O mercado também sabe ler isto.
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Frase do treinador tem um efeito devastador no balneário.
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