João Cotrim de Figueiredo alcançou um excelente resultado, tendo em conta os 5% obtidos pela IL nas eleições legislativas. Decerto terá sido ajudado por um Marques Mendes diminuído pela alcunha de facilitador e desanimado com as sondagens, mas teve o engenho de se apresentar como candidato da juventude aos sessenta e quatro anos. Porém, os últimos dias da campanha foram catastróficos. A alegada importunação sexual, através de uma grosseria digna dos heróis de José Vilhena, tornou-o nervoso e errático. A admissão de que poderia votar em Ventura na segunda volta (contra o moderado Seguro) revelou nele uma indesejada versão do Chega em papel couché. A desculpa de que não sabia em que estaria a pensar agravou o erro, que residiu sobretudo no que terá pensado. A posição de marialva sobre a interrupção voluntária da gravidez soou a remake de Michael Corleone no Padrinho II. Por fim, a investida sobre os jornalistas arrancou-lhe a capa liberal. Sem estes episódios teria Cotrim passado à segunda volta (que talvez conseguisse vencer reunindo os votos da direita)? Ninguém o poderá dizer. Só se sabe que enfrenta agora um dilema: ou regressa ao exílio em Bruxelas ou inicia uma nova aventura à frente do partido seja qual for a sua residência.
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