Num incêndio rural com múltiplas frentes, numa cheia súbita, num sismo intenso, numa tempestade extrema ou num acidente industrial perigoso, o tempo é escasso, a informação incompleta e a pressão pública é máxima. O desfecho destas grandes emergências civis depende, em larga medida, não só da coragem de quem está na linha da frente, mas da capacidade de o sistema de proteção civil funcionar como um todo. Porém, como o comando, as comunicações, a logística, a segurança, a saúde e o apoio às populações não funcionam sem treino, a preparação conjunta das forças de socorro tem de ser intencional, regular e verificável.
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