Defesa e Militarismo
A cultura de defesa é a condição da paz, enquanto a cultura militarista é o prelúdio da tragédia.
A cultura de defesa é a condição da paz, enquanto a cultura militarista é o prelúdio da tragédia.
O sistema de proteção civil deverá ser dotado de protocolos e rotinas operacionais.
A autoridade do Comandante Supremo é decisiva para declarar a guerra e fazer a paz.
Uma defesa moderna precisa de Forças Armadas fortes e de uma sociedade preparada.
As Forças Armadas só são valorizadas pelos cidadãos quando as ações realizadas antes, durante e depois das emergências civis são explicadas com dinamismo, transparência e perenidade.
No prazo de 60 dias, será útil publicar um relatório técnico final.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Num processo de reequipamento militar com a dimensão e relevância de 5,8 mil milhões de euros, a transparência exige metas, indicadores, relatórios e prestação de contas ao Parlamento e ao País.
Com investimento, planeamento e vontade política, cria-se um contrato social capaz de atrair os melhores.
A decisão sobre o caça a adquirir é sobre a relevância operacional que Portugal quer para a Força Aérea.
A autoridade de Bruxelas enfraquece e a defesa coletiva fica vulnerável a decisões de Washington
A Gronelândia será um teste à defesa coletiva, porque o uso da força entre aliados é a negação da própria NATO.
Numa democracia, ser cidadão significa pertencer e corresponder.
Embora a dimensão militar da operação seja a mais visível, foi no domínio das informações que residiu o seu elemento decisivo.
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