O CPN
Não governa, não dirige, nem orienta com sentido estratégico; limita-se a gerir a agenda, a assinar papéis, a agradar a quem decide e a cumprir o mandato.
Não governa, não dirige, nem orienta com sentido estratégico; limita-se a gerir a agenda, a assinar papéis, a agradar a quem decide e a cumprir o mandato.
As capacidades do EMGFA, da Marinha, do Exército e da Força Aérea devem ser modulares.
O recurso às Forças Armadas como reforço complementar é compatível com a democracia e com a boa organização do Estado.
Preparar antes, coordenar melhor e agir com competência.
A consultoria mede-se pela qualidade das aquisições, integração dos meios e disponibilidade do material.
Portugal não pode continuar dependente de soluções improvisadas, como as que foram dramaticamente evidenciadas nos incêndios de 2017 e no ciclone Kristin.
A subordinação das Forças Armadas ao poder político democrático é um princípio essencial do Estado de direito.
A proteção civil precisa de melhor integração e de maior preparação para a tomada de decisão.
Portugal será tanto mais soberano quanto melhor souber conhecer, proteger e valorizar o seu mar.
É fundamental que a liderança das forças de socorro esteja à altura das ameaças às vidas humanas e ao património.
Só a operação conjunta permite executar sem hesitações, sem duplicações e sem perda de tempo.
Nos fogos rurais, a logística é poder operacional, porque, quando a retaguarda falha, a frente cede e o combate fracassa.
Depois de cada incêndio, é imperativo avaliar o que falhou.
Nos fogos rurais, tal como na guerra, o improviso paga-se caro.
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