O dilema das chefias militares
As chefias militares respondem pelo rigor do seu juízo profissional, enquanto a decisão pertence à autoridade política.
As chefias militares respondem pelo rigor do seu juízo profissional, enquanto a decisão pertence à autoridade política.
Os meios militares só geram resultados quando são aplicados com coerência, proporção e disciplina.
Liberdade dos mares não se avalia pela possibilidade de um navio passar.
Adotar um novo modelo de recrutamento é uma forma concreta de reforçar a presença naval de Portugal no Atlântico.
Justifica-se dotar a Praia da Vitória de um Ponto de Apoio Naval.
O mar era, para Sarmento Rodrigues, um espaço de ligação entre territórios, populações e culturas.
Importa saber que capacidade naval Portugal adquire, o que o contrato garante e que encargos permanecerão para o futuro.
Escreveu para um país marítimo, com recursos limitados, territórios dispersos e interesses muito para além do continente.
Portugal não precisa de entidades entre o Estado e o fornecedor sem função comprovada.
O segredo é legítimo, mas não pode servir para esconder erros ou más decisões.
Quem chega a um cargo pela influência de alguém dificilmente esquece a quem deve a oportunidade.
Aquilo que vemos no mar depende de uma organização complexa montada em terra.
Portugal não deve esquecer que foi capaz de pensar o mar e o seu em- prego político, económico e militar.
Uma fronteira torna-se mais vulnerável quanto mais a sua segurança depender da vontade de quem está do outro lado.
Há 24 minutos
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