Entre a defesa e o militarismo há um abismo político, histórico e moral. A defesa é um instrumento do Estado de direito, subordinado à Constituição, ao escrutínio parlamentar e à legitimidade democrática. O militarismo, pelo contrário, desvincula a força do propósito político, enaltece a violência como virtude e encara o sacrifício humano como inevitável. A diferença essencial entre estas duas culturas está na escolha entre preparar a paz e organizar, sem o admitir, a próxima tragédia.
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Presidente da Câmara de Coimbra acusou ministro da Agricultura de ir ao terreno apenas para fazer conferência de imprensa.
O tom agressivo, a voz levantada para acusar, a teatralidade constante não ajudam a causa - antes a fragilizam.
Luís Neves representará o Governo que o nomeou e não os profissionais, pois estes não elegem ministros.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A vida de Luís Neves não vai ser fácil. Fora e dentro do Governo.
A cultura de defesa é a condição da paz, enquanto a cultura militarista é o prelúdio da tragédia.
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