António Silva Ribeiro
Almirante ex-CEMGFAA defesa nacional não se limita ao mar, à terra e ao ar. Ciberataques, campanhas de desinformação, incêndios extremos ou a rutura de infraestruturas críticas podem abalar o país com a mesma gravidade de uma ameaça militar convencional. Neste mundo instável, a defesa nacional deve ser uma tarefa de toda a sociedade.
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A autoridade do Comandante Supremo é decisiva para declarar a guerra e fazer a paz.
Uma defesa moderna precisa de Forças Armadas fortes e de uma sociedade preparada.
As Forças Armadas só são valorizadas pelos cidadãos quando as ações realizadas antes, durante e depois das emergências civis são explicadas com dinamismo, transparência e perenidade.
No prazo de 60 dias, será útil publicar um relatório técnico final.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Num processo de reequipamento militar com a dimensão e relevância de 5,8 mil milhões de euros, a transparência exige metas, indicadores, relatórios e prestação de contas ao Parlamento e ao País.
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