A Unidade de Comando e as Forças Armadas nas Emergências Civis
Portugal não pode continuar dependente de soluções improvisadas, como as que foram dramaticamente evidenciadas nos incêndios de 2017 e no ciclone Kristin.
António Silva Ribeiro
Almirante ex-CEMGFAPortugal não pode continuar dependente de soluções improvisadas, como as que foram dramaticamente evidenciadas nos incêndios de 2017 e no ciclone Kristin.
A subordinação das Forças Armadas ao poder político democrático é um princípio essencial do Estado de direito.
A proteção civil precisa de melhor integração e de maior preparação para a tomada de decisão.
Portugal será tanto mais soberano quanto melhor souber conhecer, proteger e valorizar o seu mar.
É fundamental que a liderança das forças de socorro esteja à altura das ameaças às vidas humanas e ao património.
Nos fogos rurais, a logística é poder operacional, porque, quando a retaguarda falha, a frente cede e o combate fracassa.
Depois de cada incêndio, é imperativo avaliar o que falhou.
Nos fogos rurais, tal como na guerra, o improviso paga-se caro.
A ciberdefesa é essencial à proteção das redes de comando e controlo, da logística e infraestruturas críticas.
Quando o fogo alastra, abre várias frentes, ameaça populações e exige muitos meios, não basta cooperar, é preciso comandar.
Planear no inverno, testar na primavera e executar no verão.
Nas últimas décadas, a atuação dos capelães tem sido crucial em contextos difíceis, como as missões no Afeganistão, nos Balcãs ou na África Central.
O Instituto promove a excelência académica, preparando líderes para um mundo em constante mudança e exigência.
Sem liberdade intelectual, não há futuro robusto.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.