A República de São Marino é um dos Estados mais pequenos do mundo: não passa de uma cidade de 30 000 habitantes no centro de Itália. Tem participado desde 2008 no Festival Eurovisão da Canção, embora com maus resultados: na última edição teve mesmo zero pontos. Este ano, a televisão pública de São Marino inovou ao celebrar um acordo com a empresa de IA inglesa Casperaki para seleccionar uma das entradas na final nacional. A empresa desenvolveu um processo, combinando a criatividade artificial com a humana, que levou à escolha da canção ‘The Last Polar Bear’, um tema inspirado pelas alterações climáticas, interpretado pela inglesa Dana Gillespie, veterana (com quase 75 anos e 60 de carreira) dos géneros folk, pop e blues. Quem ouvir a melódica balada não perceberá a sua origem computacional. Falta saber se essa canção é escolhida por São Marino para ir ao Festival de Malmö, mas a discussão está acesa: poderá um dia uma canção criada ou co-criada por uma máquina ganhar o festival que, em 2017, Salvador Sobral ganhou?
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